Bem vindo ao Anti-Religiosidade!

Combatendo heresias e compartilhado o amor e unidade do Evangelho,

sem estruturas, hierarquias ou complicações.






O Beijo é demorado…  Antes era um “selinho”, apenas.
Hoje, é cheio de volúpia, luxurioso e parece querer chegar ao clímax, nessa abominável relação entre um e outro…
Não era pra menos… A igreja vinha “flertando” com satanás há bastante tempo…  As coisas ficaram complicadas e sem controle.

Hoje, ela tenta, como uma filha “perdida”, diante da sociedade, juntar “desculpas” e justificativas para o ato calamitoso, tal como as instituições religiosas sempre fizeram.

Dentro da igreja, as coisas ficaram, digamos… “controladas”.  O povo que “comprou a ideia” de que tudo esta bem, ainda segue tentando tornar públicas as justificativas que fizeram calar apenas a alguns que insistiram em denunciar a opressão e as fraudes que tiveram inicio nessa união devassa e execrável.

No entanto, algo fugiu ao controle no mundo institucional…
O mundo, repleto de abominações, perversidades e orgias, achou-se ESCANDALIZADO!
Escandalizado com a IGREJA.
Seus membros, incitados por  líderes imorais, tentaram de todas as formas lembrar ao mundo de suas próprias imperfeições:
“Ora, quem é o “mundo” para que se escandalize conosco? Nos é que estamos buscando santidade! O mundo não deve nos constranger com isso!!”

Mas de nada adiantou…

O mundo continuava horrorizado com os feitos e “desfeitos” da “igreja” e suas tentativas insólitas de fuga pela religiosidade ou sub legitimidade.
De nada adiantaria mais justificativas…
O mundo, confuso em seus pensamentos já estava receoso com a falta de tudo o que jamais poderia ter faltado na igreja.
Negando o fato, entretanto, os ícones que traziam a si multidões de seguidores, continuavam a praticar o que bem queriam e o pior: Almejavam “AVANÇAR”.
Cegos, boa parte deles julgava tudo aquilo, tratar-se de uma “perseguição” do fim dos tempos.
A despeito da “cegueira” que limitava a maioria, uma parte do povo da igreja que não negava a seu DONO, de fora, se reunia pedindo a ELE que houvesse misericórdia para com todos;  Eles haviam sido alertados: Tudo aquilo não iria acabar bem…

Porém a igreja seguia… Flertando com “Jezabel”, abrindo mais e mais, espaço para a mulher que incentivava a imoralidade da idolatria.  Promoviam o “sexo”, o que os “saciava” a alma perversa; “Fornicavam” e faziam “fornicar” os que, como o mundo do lado de fora, também careciam de ver VIDA e não aquilo…
Seus lideres, embevecidos “beijavam-se” em público selando compromissos nefastos; Juntavam-se em “orgias”, profanando o nome do Criador, corroborando com a perdição de muitos e horrorizando ainda mais os que já os amaldiçoavam e ao nome de Deus; Juntando assim, sem nenhum temor, seguidores cegos que brevemente cairiam de um, “cada vez mais alto” precipício.
Enlouquecidos com tal orgia, e entorpecidos com suas crenças, vinham pateticamente à público pedindo apoio para suas causas em nome da “moral e dos bons costumes”… Na certa, pensavam serem estes, embotados como os espectadores “cegos” das tais “festas de sexo”, organizadas por Jezabel;  A mulher que toleravam…  (Apocalipse 2-18 a 29).

Refeitos, após “saciarem” suas vontades, voltavam a se juntar aos que ainda os dava algum crédito, para lutar contra os “absurdos” que o mundo produzia;
O último deles, fora um beijo entre dois homens; dois personagens de uma telenovela, que, assim como todo ser humano, eram livres para serem o que quisessem.

CHOCADOS!! Muitos deles, além de cantores gospel’s, pregadores e evangelistas, – quase “atores”, quase “artistas”-, vieram a público, chocados, quase “vilipendiados” com tal “absurdo” dentro do “mundo perfeito” em que vivemos e arrebanharam a muitos de seus seguidores;  Estes, cheios de ódio ao pecador que faz uso de sua liberdade, prometeram, juntamente com seus ídolos e em seus nomes, não deixar barato:
“Assim que mais uma de nossas “orgias” terminarem, voltaremos e reduziremos este pecador ao pó!  Não é “justo” que ele tenha liberdade de ser quem ele é ENQUANTO NOS REPRIMIMOS PARA ALCANÇAR O “NOSSO REINO”!!”.

 E assim continuam…    Lutando pelo SEU reino.


Rogério Ribeiro.








Para alguns, nem é preciso o questionamento…  Já para outros, a pergunta deve incomodar a tal ponto, que faça os acostumados à cultura evangélica ou carismática, checarem suas motivações.
Adoração é um sentimento de reconhecimento.  É o resultado de quando você se reconhece carente da bondade de Deus,  não é algo que te leva “às nuvens”…  isso também acontece; mas sua motivação não é um cd gospel ou a presença de uma cantora, “ministrando” ou “introduzindo” a quem quer que seja…
O único que já nos introduziu ao local propício, à sala do trono, foi Jesus Cristo.  O que passa disso é pura indução a um estado de espirito, que muitas vezes, perdoem-me, é de “porco”.

Adoração verdadeira nasce de um coração que reconhece a sua insignificância; é um conceito que nasce a partir da ação do Espirito de Deus, que sopra onde quer…  E, até onde eu saiba, “vento” não é direcionado por ações humanas ou se concentra em ambientes fechados…
O vento do Espirito, geralmente não age como no dia de pentecostes, onde “por acaso” Ele desceu.
O vento que na verdade nos move, move por dentro, modificando e reestruturando nossa compreensão do amor de Deus e de seus intentos ao mundo.
No mais, toda a “adoração” que leva “a um nível maior” como os evangélicos costumam apregoar, não passa de uma “droga” que os faz permanecer no mesmo lugar alienado.
A verdadeira adoração que sai dos lábios, antes passou pelo coração, indo direto para as mãos e conduta…
“… São estes, o que o Pai procura”.
Portanto, apesar da insistência de muitos cantores em seu desfavor ao povo que se denomina “cristão” e se você costuma “ouvir” algo que não seja o “doce” som gospel – de fim “amargo”, devo lembrar:
Se você não vive o evangelho que pode te fazer uma pessoa melhor para o mundo e não apenas para a sua turminha evangélica, se sua adoração não tem modificado a sua postura em relação aos que estão de fora do seu “cenário” de céu, perdoe-me…  Mas você é apenas mais um “viciado em drogas” que busca a sua turma para se reunir e fugir da realidade.


Rogério Ribeiro.






No livro de Gênesis, observando a história de José e seus irmãos, vemos nitidamente uma das piores mazelas da humanidade: A inveja.

Sobre ela eles se debruçaram e aprenderam toda a sua “cartilha”; Mais que isso, eles a alimentaram tornando-a “parte” da família. Este monstro traidor tornara-se tão intimo que passou ao status conselheira acima até da voz da razão. Inveja faz dessas coisas…
Sem pestanejar, para retirar de suas costas o peso do recalque, eles venderam o irmão. Tão certos de suas ações até aquele momento, eles foram um pouco mais além… Mas valeria à pena; Eles finalmente ficariam livres do que poderia continuar a incomodá-los.
E o amor de irmão?
Bom, o amor de irmão era uma coisa que eles demonstravam apenas na presença do pai.
Mas não havia de forma alguma, este sentimento?
Havia. Só ficou subjugado diante do que os perturbava.
À despeito de toda essa loucura, José, o irmão inocente, não tinha culpa alguma de tal loucura. Ele não tinha simplesmente nada a ver com isso.
O mais interessante, no entanto, não é o fato deles terem vendido o próprio irmão. Deus permitiu que aquilo acontecesse. Mas se eles não tivessem a má índole tomada pela inveja, certamente, de outra forma José iria parar no Egito.
Deus age como quer, mas espera de nós uma postura de acordo com sua vontade. Como no caso da traição de Judas, a própria boca de Jesus elucida esta questão:
“… Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído! Bom seria para esse homem se não houvera nascido.”  
Mateus 26:24.

De fato, não era necessária uma motivação ou atitude torpe de quem quer que fosse para que José fosse parar no Egito…
Entretanto, com requintes cruéis, eles a possuíam.
Pior ainda, eles eram unidos em suas mazelas;  Fora dessa forma que invadiram a Siquém e fizeram toda a carnificina relatada no mesmo livro.  Em nome da honra que apenas “historicamente” possuíam, eles mataram  quase ao próprio pai de desgosto.  Como se fossem “desavisados, movidos pelas forças da própria inveja, eles sustentavam-na generosamente com acordos e ameaças tão comuns e corriqueiras, que não deveriam nem notar em suas consciências a que ponto havia chegado.
Exatamente como vemos até hoje em toda a história, inclusive e assustadoramente na igreja.
Não falo da igreja instituição que há séculos mata pessoas de todas as formas possíveis em nome de Jesus Cristo, mas falo da igreja que usa deliberadamente até as cartas paulinas para manter o “poder” corrupto de alguns.
A estória é sempre a mesma… Com uma má fé que custam a perceber, nutrindo-se das observâncias feitas à igreja primitiva e repassando-as tendenciosamente, eles perpetuam-se num “poder” insano sob a justificativa da tradição “Cristã” . E aí, muita coisa muda…  Digo, não muda.  NADA MUDA, porque as justificativas torpes de tais dirigentes e seu “clã” não permitem que hajam mudanças.
É a oligarquia evangélica presente, apenas encoberta pelos conhecidos  “planos do Senhor”…  Aqueles que Deus até sabe, por sua onisciência mas que afirma em sua palavra, não ter nada a ver com eles.
Graças a Deus…
Em nome do EU muita coisa não muda nesse cenário evangélico de horrores, por conta de meia dúzia pessoas em cada igreja.  Isso mesmo!  a maioria das igrejas tem suas “comissões de ética” sem ética alguma, que só fazem perpetuar o reino do homem; o reino que passa longe do reino de Deus.
Algum problema com as lideranças cristãs evangélicas apenas pelo fato delas possuírem seus protótipos de “Famílias Ewing” (aquela do seriado “Dallas”) Nenhum…  Apenas o fato de não ser o Espirito Santo de Deus, o seu dirigente máximo. Se fosse, desculpe, mas os tais “Clãs”, nem existiriam.
A grande diferença, entre tais “oligarquias” e o famoso seriado é que enquanto a abastada família negociava com intrigas, poder e petróleo, em nome da grana, os megalômanos evangélicos negociam mentes em busca de, nem sempre, o vil metal.  Para estes, o “poder” de manterem presos a si uma multidão de fieis ou talvez um seleto grupo concordante, é sem dúvida mais sedutor.
Daí eu volto à história de José e me pergunto:
Qual o maior problema a ser tratado por Deus naquele tempo: Era a fome que José como governador do Egito poderia saciar, ou simplesmente o caráter falho e repleto de questões mal resolvidas de seus “unidos” irmãos?
Talvez você me responda: As duas coisas.
E eu concordo…   Apenas lembro um detalhe: A fome, por uma obediência de José foi saciada…

Mas… E o caráter de seus irmãos?


Por Rogério Ribeiro.








Os valores foram e continuam sendo trocados.
No mundo?  Não… Na igreja.
Lá, a justiça ganhou ares de restituição e como no velho testamento, está sendo aplicada por quem manda e ainda, obedecida por quem obedece sob a pena de estar fora da “visão” e da “benção” que tem abençoado aos lideres(só não se dão conta de que a tal “benção” não vem de outro lugar a não ser seus bolsos).
E não ganham nada estes pobres seguidores de classe média e alta (porque sem dúvida, os inferiores, livres da cobiça terminam sendo salvos de tal engano).
Não ganham nada estes esquecidos do sermão do monte… A não ser, é claro, a ideia de alienação que parece alimentá-los; de poderem  vir a conquistar tudo o que seu pastor, o cantor e a… Bom, tem tanta nova profissão gospel que fica difícil até nomear. Mas o fato é de que no final das contas, não ganham NADA. Bem diferente de seus lideres, cujo único problema é o de terem se acostumado a ganhar em todos os sentidos e a não querer parar…
E eu, como você já deve ter notado estou aqui mais uma vez (embora adiante bem pouco), para falar contra tudo isso e contra o que eu sempre falo e poucos dão ouvidos por motivos óbvios.
E por mais que eu deixe de lado estes responsáveis por esta “chacina” nos ideais cristãos, o mundo evangélico continua a caminhar a passos largos para um precipício, talvez na triste esperança de que Jesus esteja lá, no fundo do “lago negro” a que denominam de “Vitória da igreja”…
Só pra lembrar, a igreja que tanto insiste em sustentar este título de “precursora” da Vitória, não se deu conta de que vitória mesmo foi na Cruz e esta mesma cruz deixou metas que a quase dois mil anos se perderam(salvo os que,  como  os membros da igreja primitiva, também hoje preferem ver seus corpos como luzeiros a fim de iluminar a mente dos que dentro da mesma “igreja” estão tão mortos quanto os que não conhecem a Deus).
Alienação faz coisas que até o diabo se assusta… Já, Deus? Bom, este só se entristece.
A grande prova é que por mais que acusações sejam feitas e provadas, por mais que o mundo esteja escandalizado e a igreja esteja sendo a grande “chacota” do universo, ao mesmo tempo em que o mundo, em sua evolução e talvez por seu sofrimento, esteja, em boa parte, muito mais próximo do ideal deixado por Jesus, do que ela que, ainda, combate o pecador e ensina aos seus, como ser uma “raça eleita” e orgulhosa de si mesma como Israel do antigo testamento.
Não há dúvidas; por mais que existam nesse meio, pessoas que dariam suas vidas para não envergonharem o nome de Cristo, estão de vento em popa, os trabalhos de alienação na maior parte das igrejas. É tanto encontro de “Mulheres” disso, “Mulheres” daquilo, que eu até entenderia se na mesma proporção, homens fossem ensinados a serem Homens de fato; como pais, maridos ou simplesmente Homens de caráter que honram  palavras antes das suas “calças” Homens que sejam “presentes” em questões que vão muito além do machismo e do moralismo a que a igreja se confinou.  Artifícios como os tais encontros femininos e outros, nunca trouxeram nada de relevante ao mundo, como a simplicidade e a abrangência dos capítulos 5,6,e 7 de Mateus.  Então, por que de tanto evento? Por que tanta desculpa já que o mundo não tem sentido de fato, o perfume original de Cristo?
É muito: “Eu decidi esperar” Pra pouco: “De coração eu espero ou faço qualquer coisa”.  É muito “engano” servindo de “canal de humor” para o resto do mundo, enquanto a igreja como “louca” insiste em viver na “proteção” de seu “mundinho pseudo-israelita”, em que tudo se resolve de uma maneira mimada sob a proteção da “torá evangélica”.
É muito para a minha cabeça… Aliás, para cabeça de muitos, dentro e fora deste mundo insano e interesseiro que virou a igreja no Brasil e em boa parte do mundo.
Que existem os que nada tem a ver com isso é claro, mas sem dúvida, é à outra parte que este  texto é direcionado; à parte “ruim” do balaio; À parte que nem Jesus, em um momento que o judaísmo envergonhava o nome de Deus, deixou de acusar.
Por falar nisso, a situação em nada é diferente daquela época:
A igreja hoje em um mundo sitiado pela maldade, ainda faz acordos vergonhosos e se vende despudoradamente.  A quantidade de “desigrejados” à procura de “João Batista” nos desertos, por conta dos usurpadores no templo, cada vez mais, aumenta…
Diante disso, não restam dúvidas:
Se Jesus viesse hoje, da mesma forma em que veio no passado, seria morto sem piedade pelos vergonhosos evangélicos…
Apesar d’eu ter a nítida impressão de que ele já veio e já ter sido expulso de lá…
Por isso, ELE está nas ruas.


Por Rogério Ribeiro.




A luta começou desde que a igreja deixou de ser igreja.
E isso faz tempo…
A igreja que era responsável por anunciar a graça, o convite de Deus à salvação, resolveu estabelecer suas metas de divisão para manter-se como instituição.
O convite era simples: “Tome conhecimento do quanto Deus o ama e entenda que as “portas” estão abertas para você!”
Simples e bem de acordo com a incapacidade e falibilidade humana.

Mas a gente não entendeu bem as palavras de Paulo em seu cuidado com a igreja e fez toda esta balburdia institucionalizada; toda esta separação absurda que faz com que a salvação seja um monopólio e não uma dádiva que também (desculpe-me lembra-lo), não cabe a nós administrarmos.
O trabalho é sim, do Espirito santo e só.  Sua função é “pescar” – se é que você é um pescador e não um “tripulante” de mais um “cruzeiro evangélico”, ou de qualquer outra denominação que por conta de tanta celebração, deixou Jesus no “porão” para que não houvessem interrupções que lembrassem o que era igreja ou o que era pescar homens.
Talvez você, diante dos hospedes do navio (aqueles que, quer você queira ou não, tem entrada gratuita garantida para pelo menos, tentarem “crescer” ao seu lado e que, na maioria das vezes não percebem que Jesus está preso no porão), talvez, nesse barco do amor fingido e interessado você  não os queira por perto “atrapalhando” as metas de seu reino (falo do seu reino, não do Reino de Deus), “travando” a sua “vida abundante” de dinheiro e poder, ou simplesmente, atrapalhando o seu cenário “perfeito” com suas imperfeições.
Talvez você se comporte como aqueles fariseus que, vez por outra, estavam fazendo o mesmo que você ou sua igreja fazem.
Eu me lembro de Jesus ter dito a eles quando foi interrompido porque estava comendo com pecadores e gente de má fama:  ”… Os que tem saúde não precisam de médicos, mas sim os doentes. Eu vim para chamar os pecadores e não os bons”
Não se lembra de ter lido isso em algum lugar??  Se não lembra, eu o ajudo: Está no livro de Marcos no capitulo 2, verso 17.

Desculpe-me se pareço por demais, “duro” com o meio chamado “Cristão”…  É que o mundo em suas dores, com a falta do convite à mesa  - o convite que você insiste em não entregar – , tem sofrido muito mais que você quando se sente ofendido…
Vale lembrar, que você até convida o “pecador” para ir à sua igreja, mas convenhamos: Mesa é bem diferente de “plateia”.

Cá entre nós… Conta pra mim:
Você tem é ódio do mundo??  Quer mais, é que o pecador tenha como fim, o inferno porque ele não simpatiza muito com você??
Ou seu discurso de ódio é somente porque você não se julga mais pecador??
Pode até parecer brincadeira, mas eu gostaria de ouvir o que você, cristão, tem a dizer sobre isso.

Eu sei, eu sei… Você vai me dizer que ama ao pecador… Ama mesmo?
Desculpe-me mais uma vez, mas você não ama, não…  Amor é outra coisa.
Não sou eu que o julga, mas sim, o mundo que o cobra…E com muitas e muitas razões.
Discorda?  Pergunte a Jesus.  Isto é… Se ele não estiver preso no porão de seu navio…

O fruto de tais “pescadores” tem sido este. Não merecem ser chamados de “Pescadores de homens”.
Além de “pescarem” apenas para abastecerem a seus barcos, tendem a se tornar “peixeiros”. Querem eles mesmos, “limpar” o homem, tentando fazer o que somente o Espirito de Deus pode fazer…  E Ele não precisa da sua ajuda.
Sua tarefa era entregar o convite; “pescar”.

Promovido, de pecador a pescador, você só ganhou a letra “S” e nada mais. Continua pecador, dependente da mesma graça que, em suas atitudes, parece julgar só sua.
A nova letra em sua alcunha deveria lembrar SABEDORIA e não “SUJEIRA” como infelizmente tem sido.
O mundo… Quem diria?!  O mundo,  está lembrando a você que você, é tão carente da graça de Deus quanto ele.

É triste que seja desta forma, mas…
Se você não tem ouvido a Deus…
Pelo menos ouça às dores do Mundo.


Rogério Ribeiro.





É espantoso o número de cristãos na internet, nas ruas, na TV e, sobretudo, assustadoramente dentro da própria igreja, alheios, não só ao mundo exterior e às suas mazelas, ou à humanidade que em pleno apelo pelo planeta, procura  entender onde vamos parar, ou ainda, compreender como chegamos aqui, mas também, alheios e distantes da palavra de Deus e do evangelho de Jesus Cristo.
O “cristão” como centro do universo, na era em que julga ter conquistado para si o mundo e sua vida, colocando-se como o alvo central; bem ao modo humanista (o mesmo “estilo” condenado em suas reuniões de busca de poder e “unção de riquezas”, na maioria das igrejas), tem de forma absurda e alienada, aprendido a se colocar como o fim; O alvo de uma vida que mais parece, uma vida de “prazer” do que abundante.
Há muita diferença entre uma e outra…

Não existe mais o evangelismo através de uma vida de testemunho  - a não ser, o “financeiro”, o do carro novo, ou o que esteja fora da TV ou de grandes eventos ou concentrações de fé e “milagres”…
O testemunho de lideres e pastores passa bem longe de qualquer coisa que lembre a Jesus em sua conduta junto aos seus, ou ao pecador.
Não há o mais o amor; Nem o pregado, nem muito menos, o vivido; Só o relatado como uma breve passagem para não “fazer feio”…
Afinal, o homem que se torna filho na atual sub vida cristã, deixou de se cobrir da poeira dos pés do Mestre que trouxe a salvação, para se tornar o filho mimado; na vida que insiste em dizer, ser “abundante”, mas que na verdade, não tem passado da vida que o mundo julga ou tem como abundante.
Esta é hoje a posição do que carrega o nome de “seguidor de Jesus”; Afinal, ele é  Filho o do Rei; O “possuidor” (no pior sentido) da vida abundante de Jesus, e de outras grandes verdades, traduzidas em diversas mentiras que tem sido o sustentáculo destes “filhos” da fé que o Senhor Jesus afirma, não reconhecê-los no fim, quando alegarem fazer parte do povo eleito…
“Apartai-vos de mim, não vos conheço…”.

E seria no mínimo insano, não querer se dar conta de quem seriam estes “presunçosos”…
Seriam por acaso, os que não fizeram a opção pela escolha em fazer de Jesus, o Senhor de suas vidas?
Seriam os alheios ao crescimento da igreja dentro da “visão” de alguns “Pastores” e, em que a mesma, cresce e opera segundo o mundo e a sua concupiscência?

Creio que não… Estes pobres, na maior parte, excluídos, não trazem para si o nome do Senhor em suas ações com tanta irresponsabilidade quanto os confiados “evangélicos”, seguidores da vida que almejam e não do Senhor da vida… Quase tem se tornado “senhores” de seu suposto Senhor…
Creio, sim; serem os que, na escalada do crescimento do que julgam ser a forma válida para o “avançar” da igreja, fazem crescer em suas vidas de “vitórias”, apenas, todo o contingente irresponsável e insano que trazem junto do nome que utilizam, sem nem ao menos, conhecerem bem o seu dono, de fato…
Se o conhecessem, seriam e reagiriam como o Mestre do qual tomam e envergonham o nome.
Certamente, eu e você se tivéssemos o nome usado em alguma impropriedade, teríamos, a mesma reação que Ele terá.
Seu amor eterno, no entanto, espera que nos adequemos ao seu estilo…
Enquanto há tempo, é óbvio.
O Senhor Jesus deu autoridade aos seus; Aos que criam nele. Aos que estivessem nele…
Até aí, tudo bem, não é?
Não.
Não está nada bem na igreja que revoga o seu nome, mas que anda segundo o mundo em sua busca por algo que supra suas expectativas, ou sua religiosidade que beira a idolatria. Tudo anda mal se não é a ele, quem temos seguido.
Este é o panorama da igreja que diz ter a formula para o homem carente da graça de Deus…
Pode até ser que tenham a “formula”, o que tem faltado, é a prática:
A prática da graça.
Se não houver em nós o mesmo sentimento que houve em Jesus Cristo, é certo que o mundo não saberá do que tanto precisa e nem saberemos o que ainda precisamos com ele, aprender.
Faça um exame de sua vida como seguidor de Jesus cristo; Coloque-se à prova;
Pense se você o segue ou se na verdade, você segue é a si mesmo…
Se você é igreja, ou se simplesmente, faz parte de uma parte da sociedade que, alienada, tem pensado em tudo; menos em andar como Ele…

“… Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome?
E em teu nome não expulsamos demônios?
E em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade… ”
 Mateus 7: 21 a 23.

Pense nisso.


Rogério Ribeiro.






Há muito tempo tenho notado, estudado e desagradavelmente conferido o aumento desta “patologia” crescente no meio evangélico: A Síndrome de Davi.
“Filha” da teologia da prosperidade, A Síndrome de Davi, além de adquirida pela cobiça, se alastra em pouco tempo em meio ao mundo individualista, egocêntrico e nada prospero dos “evangélicos”, em contrapartida aos seguidores de Jesus; Os seguidores dos passos do Mestre que tratou de mostrar o desejo do coração de Deus.
O Messias que disse que o maior homem entre os nascidos de mulher, era João Batista, disse, inclusive, que no reino qual dera inicio em sua vinda ao mundo, o menor entre todos, seria maior que ele, que já era um exemplo.
Onde está nas palavras e ensinamentos de Jesus, Davi e seu reinado como exemplos?  É certo que o Senhor havia encontrado no gentil pastor de ovelhas e, subsequente Rei de Israel, o homem segundo o seu coração; Um coração voltado e rendido ao Senhor.
Mas param por aí quaisquer motivos para as alegações, tributos ou qualquer “adoração” ao reinado de Davi.
Isso mesmo!
Hoje, Davi se tornou o “exemplo”, o “ideal a ser seguido” e, não importa se você é um pobre e rejeitado, pule a etapa de seguidor de Jesus Cristo, o Deus em sua vontade suprema mostrada ao mundo e vá para o “Reino de Davi”!
Fácil, não é?
Não se fala em João batista; O que antecedeu ao Senhor Jesus, como um exemplo de arrependimento e de volta aos caminhos do Senhor (compreensível; Afinal, negar-se a si mesmo em favor do Reino, não é fomentado), mas fala-se em Davi; “Ele é o Rei” e, se Jesus conquistou uma vida abundante, “o que você está esperando?” “Somos Reis e sacerdotes!” Por isso, devemos passar na frente dos outros, do mundo e do pecador e suas mazelas, esmagando a “cana que já está quebrada”, para conquistarmos o nosso direito ao “Reino”, ao governo deste mundo, à maneira do próprio mundo.
Como os antigos, julgamos ter o direito de “tomar” reinos, governos, bem ao estilo do Rei Davi, afinal é bem mais fácil e corresponde bem mais, aos nossos egos… Para que, o “andar duas milhas” no “sub-evangelho” pregado, que visa o “Eu”?

Embasbacado diante deste ensinamento torpe, fico pensando se não já estava claro, todo o exemplo de verdadeira conquista do mundo para o verdadeiro reino de Deus.
“O meu Reino não é deste mundo… ”  João: 18-36
Isto, sem que seja preciso um aprofundar teológico, mostra que também não era segundo a forma humana convencional que atrairíamos o mundo para Deus.
A nossa maneira de vencer o mundo já foi mostrada e todo ser humano, nascido de novo, sabe o que isso quer dizer…
Mas parece se esquecer...
Tentado pela cobiça, o discípulo que deveria continuar a tomar a sua cruz, está tomando a partir de “revelações” de pastores e líderes que se juntam em propósitos que nada tem a ver com o evangelho de Jesus, adequando suas vidas e, consequentemente das igrejas, segundo os padrões do mundo e sua concupiscência.
Deus nos chamou para sermos como Jesus.  De Davi, só a  intenção de coração.
Nesse engano, pastores com a ideia de que chegou o momento de avançarmos como Reis nessa terra, têm fomentado um caráter desprovido de amor nas igrejas e cheio de egoísmo e individualismo em seu povo, dentro e fora delas.
Pior que isso, estes, tem trazido ao homem que já não quer saber de nada que se oponha ao seu eu, a ideia de que somos algo com um fim em nos mesmos.
Se nosso fim é sermos como Jesus Cristo, não há engano; Sua meta, todos nos sabemos!
A partir de ideias arrancadas do velho testamento, somos “arrancados” quase que todos os domingos, do evangelho que ao mesmo tempo trás, Vida abundante, prosperidade e a cruz a que cada um tem o dever de levar, para sermos simplesmente lançados no interesse escuso de lideres egoístas que nada mais querem, do que cuidar de seus “Reinados”.
Em busca do “Reinado de Davi” e suas consequências, estes “pastores” tem no final das contas “matado” a muitos em seus interesses pessoais, como Davi, que em seu desejo sexual aproveitou-se de sua posição para matar o marido da mulher que desejava: Seu fiel soldado.
Pasmado, com o que dia após dia é visto nas instituições evangélicas, na mídia, eu fico a pensar no horror da megalomania dos que se dizem amantes do Reino de Deus, mas que não passam de amantes da imagem do reino de Davi que se adéqua em suas mentes; Começam como Davi mas se esquecem do seu descendente; Jesus Cristo.
Esquecem-se de que o coração de Davi, apontava para o caráter de Jesus, do que ensinava e ensina até hoje, através do Espirito Santo.
Miram-se tanto nesse “Davi” de suas mentes, que terminam como Saul; Revelando sem sombra de dúvidas em suas ações, frutos de que desconhecem o coração do único Rei que é exemplo a ser imitado; Jesus Cristo.


Rogério Ribeiro.